terça-feira, 30 de abril de 2013
Hiperligações para as guias do Caderno de atividades
Meus queridos meninos:
Aqui vão as hiperligações para as guias (resolvidas) do Caderno de atividades:
Guia 28
Guia 29
Guia 30
Guia 31
Guia 32
Guia 33
Agora é só estudar!!!
Bom trabalho.
Objetivos para o 5.º teste
Objetivos para o teste
1.
Localizar
no espaço e no tempo a origem do Cristianismo;
2.
Compreender
a mensagem cristã;3. Conhecer as condições de difusão do Cristianismo;
4. Caraterizar o Cristianismo;
5. Localizar no espaço e no tempo a Idade Média;
6. Identificar os povos bárbaros;
7. Compreender as consequências das invasões;
8. Conhecer o papel da igreja nesta época de crise;
9. Compreender a cristianização dos povos bárbaros;
10. Compreender o papel dos mosteiros e do clero;
11. Localizar no tempo as novas invasões;
12. Relacionar estas invasões com a ruralização da Europa;
13. Caracterizar a economia europeia desta época;
14. Compreender a sociedade medieval
15. Relacionar o feudalismo com o enfraquecimento do poder real.
O Cristianismo
Jesus Cristo
nasceu na Judeia, uma província do Império Romano, no tempo do imperador
Octávio César Augusto, fundando uma nova religião, a que se deu o nome de Cristianismo.
Esta nova religião teve um caráter universalista, pois
destinava-se a todos os povos.
A
mensagem de Cristo defende valores e princípios
verdadeiramente revolucionários, como:
— amor a
Deus e ao próximo (ideia de fraternidade);
— igualdade
de todos perante Deus;
— justiça;
— tolerância para
com outros povos e religiões;
— defesa da paz
entre os homens;
— crença na salvação
e na vida eterna.
Estas ideias iam contra a ordem
estabelecida pelos Romanos e Cristo foi considerado um agitador da população e
foi condenado à morte pelo governador romano Pôncio Pilatos, com 33 anos, tendo
sido crucificado no monte Calvário.
As condições que facilitaram a rápida difusão do
Cristianismo pelo Império foram:
— a insatisfação da
população, sobretudo os mais pobres, face às desigualdades sociais;
— a vasta rede de estradas
que facilitou a deslocação dos Apóstolos;
— a unidade linguística —
o latim era falado em todo o Império facilitando a comunicação;
— a existência de várias
comunidades judaicas que estavam recetivas a esta nova religião
monoteísta.
A Bíblia é o livro sagrado dos Cristãos e é composta pelos textos do Antigo e do Novo Testamentos.
A afirmação da nova religião
O Cristianismo começou por
ser perseguido. Os seus seguidores praticavam o culto às escondidas, nas suas
casas ou em catacumbas e as mensagens eram
transmitidas por códigos e símbolos secretos.
A nova religião agradou sobretudo aos mais pobres devido
à mensagem de igualdade e tolerância, mas mesmo
os grupos mais ricos começaram a interessar-se pelas ideias cristãs e
converteram-se.
- No ano 313, o imperador Constantino, através do Edicto de Milão, concedeu liberdade de culto a todas as religiões.
- Em 391, Teodósio publica o Edicto de Salónica, tornando o Cristianismo a religião oficial do Império.
A Idade Média
A Idade Média
teve início no ano 476, quando Roma foi invadida pelos Bárbaros e se deu o fim
do Império Romano do Ocidente. Este período da História durou cerca de mil
anos, pois só terminou com a queda do Império Romano do Oriente, em 1453.
Consequências das invasões
As invasões bárbaras levaram ao fim do Império Romano do
Ocidente e ao início da Idade Média – uma nova
época na História, em que diversos povos bárbaros ocuparam áreas do Império
Romano, formando reinos independentes. Alguns destes reinos deram origem aos
actuais Estados europeus.
O papel da Igreja católica
No
clima de desordem que se vivia então na Europa, a Igreja
Católica era a única instituição que continuava organizada e capaz de
apoiar a população. Os papas, os bispos e os monges
começaram a cristianizar os chefes bárbaros e a população. Muitos reis bárbaros
converteram-se ao Cristianismo tornando esta religião oficial e obrigatória nos
seus reinos.
A Igreja católica divide o seus religiosos em Clero regular - que segue uma regra e vive no isolamento do mosteiro - e clero secular, que se encontra junto das populações, nas aldeias e cidades.
Os monges
dedicavam-se à oração, ao ensino, à cópia de livros antigos, ao fabrico dos
seus utensílios, à agricultura e prestavam assistência aos pobres, doentes, peregrinos e às populações em geral.
Os monges e os mosteiros
desempenharam um papel fundamental na evangelização dos povos bárbaros.
O mosteiro deveria ser autossuficiente, de forma a possuir tudo quanto fosse necessário, todos os ofícios, para que os monges não tivessem necessidade de sair.
O mosteiro deveria ser autossuficiente, de forma a possuir tudo quanto fosse necessário, todos os ofícios, para que os monges não tivessem necessidade de sair.
Os mosteiros eram centros de vida cristã, polos de cultura e importantes focos de dinamização da economia, pois ensinavam à população novas técnicas agrícolas, contribuindo para a reconstrução económica das regiões da Europa.
Ao cristianizar o mundo bárbaro, num território politicamente dividido, a religião tornou-se um fator de unidade.
Ao cristianizar o mundo bárbaro, num território politicamente dividido, a religião tornou-se um fator de unidade.
As novas vagas de invasões
No século VIII, a Europa foi invadida pelos Muçulmanos, vindos do Norte de África.
A partir do século X, houve nova vaga
de invasões, desta vez, pelos Normandos ou Viquingues
e pelos Húngaros ou Magiares.
O clima de insegurança provocado pelas
invasões bárbaras agravou-se com a chegada de novos povos invasores: os Muçulmanos, os
Viquingues e os Húngaros.
Os Muçulmanos eram provenientes do Norte
de África e, nos séculos VII e VIII, atacaram a Península Ibérica, o Sul de França e a Península Itálica.
Entre os séculos VIII e IX, os Viquingues ou
Normandos, oriundos do Norte da Europa, atacaram os litorais
do Norte e do Ocidente da Europa.
Em finais do século IX, os Húngaros ou Magiares, provenientes
da Europa Oriental, invadiram o
Centro da europa.
Todas estas invasões causaram um clima de medo generalizado entre as populações, levando a população a procurar refúgio nas zonas rurais, abandonando as cidades.
Desta forma, o comércio e o artesanato entraram em decadência e a moeda deixou de circular, verificando-se uma ruralização da economia, passando a produzir-se apenas para consumo próprio e praticando-se uma economia de subsistência, que duraria até ao século XI.
Desta forma, o comércio e o artesanato entraram em decadência e a moeda deixou de circular, verificando-se uma ruralização da economia, passando a produzir-se apenas para consumo próprio e praticando-se uma economia de subsistência, que duraria até ao século XI.
A sociedade
medieval
A sociedade medieval, tripartida e hierarquizada, era pois, constituída por três grupos: o clero e a nobreza - os privilegiados - e o povo, que trabalhava nos domínios senhoriais. Cada um tinha uma determinada função a cumprir: o clero orava e garantia a proteção espiritual; a nobreza guerreira, lutava para defender a população e o povo trabalhava para alimentar todos.
O clero e a nobreza não pagavam impostos, recebiam rendas e tributos e administravam a justiça nos seus territórios, tendo leis e tribunais próprios.
Os domínios senhoriais ou senhorios - grandes propriedades que pertenciam a senhores da nobreza ou do clero - eram constituídos por duas partes: a reserva
e os mansos.
Na reserva , parte explorada diretamente pelo senhor, estavam as melhores terras e bosques, a casa senhorial, o moinho, o lagar e o forno
.
Os mansos - parcelas de terreno que o senhor entregava aos camponeses, uns livres, outros servis - estavam sujeitos a rendas e tributos, como corveias e banalidades.
Mas, as ligações de dependência também se estabeleceram entre os senhores
feudais, em que o vassalo jurava fidelidade e
obediência ao suserano, através do contrato de vassalagem, composto pela homenagem, juramento de fidelidade e investidura.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Objetivos para o 3.º teste - Atenas no século V a.C.
·
Localizar a Civilização Grega no tempo
e no espaço
·
Relacionar o relevo da Grécia com a
sua organização política e com as suas actividades económicas.
·
Identificar os principais espaços da
polis.
·
Conhecer os elementos que uniam os
Gregos.
·
Compreender a colonização grega do
século VIII a. C.
·
Caracterizar a economia ateniense.
·
Justificar a supremacia de Atenas.
·
Justificar a criação da liga de Delos.
·
Caracterizar a sociedade ateniense
(cidadãos, metecos e escravos)
·
Justificar a importância de Péricles
na democracia ateniense.
·
Compreender as instituições da
democracia ateniense.
·
Conhecer o teatro grego – comédia e
tragédia.
·
Compreender a religião grega.
·
Justificar a importância dos Jogos
Olímpicos
·
Compreender a educação ateniense
Localização
geográfica da Grécia Antiga:
A Grécia Antiga situa-se no
Mediterrâneo Oriental, na Península Balcânica, nas ilhas do Mar Egeu e nas
costas da Ásia Menor. É banhada, a oriente, pelo mar Egeu e a ocidente, pelo
mar Jónio.
O território grego é
muito montanhoso e árido, dedicando-se este povo à pastorícia nas regiões mais
elevadas e, nas encostas e vales, cultivavam a oliveira, a vinha e a figueira,
assim como cereais (trigo e cevada).
A longa costa grega – profundamente
recortada, convidou, desde cedo, os Gregos, a dedicarem-se à pesca e ao
comércio marítimo.
Povos que deram origem aos Gregos: Minóicos,
Aqueus e Dórios.
A Grécia divide-se em cidades-estados e não
se constitui como reino unificado devido, principalmente, ao relevo
montanhoso, que leva ao isolamento natural das comunidades;
Apesar de isoladas e
independentes umas das outras, as cidades-estados gregas possuíam
características comuns, tais como a língua, a religião, os jogos e os costumes.
A
Grécia é constituída por várias cidades-estados
independentes umas das outras (com governo, leis e exércitos próprios) – a Pólis – que era constituída por três espaços distintos: a
acrópole, a ágora e a zona rural.
A
pólis
era constituída por:
• Acrópole,
situada na parte mais alta da cidade, era o centro da vida religiosa e onde se
encontravam os templos.
• Ágora,
ou praça pública, era a parte mais baixa da cidade, onde se encontravam as
zonas residenciais, administrativas e comerciais. Constituía o centro da cidade
e aí se desenvolvia a vida política e se realizavam as trocas comerciais.
• Zona rural, com
campos, pastos e bosques, servia para abastecer a
cidade de produtos agrícolas.
![]() |
Acrópole
|
Causas da colonização grega do século VIII a.C.
Os Gregos emigraram
para várias regiões do Mediterrâneo e do mar Negro entre
meados do séc. VIII e o séc. VI a.C., fundando numerosas colónias.
As
causas desta colonização foram, fundamentalmente:
·
O
aumento populacional;
·
A
necessidade de terras para a agricultura;
·
A
procura de produtos para serem comercializados, assim como de mercados para os
seus produtos;
·
A
procura de matérias-primas para o artesanato.
Entre
as colónias e a metrópole mantinham-se intensas relações culturais, comerciais
e religiosas, o que contribuiu para expandir a arte e a
cultura helénicas.
A
supremacia de Atenas
Atenas tornou-se, no século V a.C. , a
principal cidade-estado da Grécia devido a vários factores:
·
Posição geográfica
privilegiada
– servida pelo porto do Pireu, frequentado por mercadores de todo o
Mediterrâneo;
·
Situada
na Península da Ática, com bons terrenos para a produção de figos, vinho, azeite, trigo e cevada,
produção de mel e criação de gado;
·
Desenvolveu
o artesanato e o comércio;
·
Possuía
uma boa frota marítima, quer para o comércio, quer para protecção militar.
Desta forma, assumia uma economia comercial,
marítima e monetária.
A Liga de Delos
Após a invasão da
Grécia pelos Persas, o papel de Atenas tornou-se fundamental na defesa da
Grécia, unindo-se a todas as outras cidades-estados gregas numa aliança
militar, a que se deu o nome de Liga de
Delos. A partir daqui, Atenas tornou-se imperialista em relação às outras
cidades, exigindo-lhes um tributo.
A sociedade ateniense
·
Os
cidadãos
tinham que ser do sexo masculino, filhos de pai e mãe atenienses, com mais de
vinte anos e o serviço militar cumprido. Apenas eles podiam governar e
administrar a cidade e possuir terras.
·
Os
metecos
eram estrangeiros residentes em Atenas e dedicavam-se fundamentalmente ao
comércio e ao artesanato. Tinham, como obrigações, pagar imposto de residência e prestar
serviço militar. No entanto, não podiam possuir terras, nem participar na vida
política da cidade ou casar com mulheres atenienses.
·
Os
escravos não
tinham quaisquer direitos e executavam os trabalhos mais duros. Eram obtidos
através da guerra ou por dívidas.
A mulher grega estava excluída da vida
pública, pois era considerada uma eterna menor de idade. No entanto, tinha um
importante papel na educação dos filhos, assim como na protecção do lar e da
família. Dedicava-se às tarefas domésticas e à música.
Atenas e o regime democrático
Clístenes e Péricles foram os fundadores do regime democrático ateniense.
Péricles foi o primeiro cidadão ateniense, criador da democracia. Governou a cidade por cerca de trinta anos no cargo de estratego, sendo nesta altura que Atenas mais se notabilizou – o século V a.C. ficou mesmo conhecido por “o século de Péricles”.
Péricles foi o primeiro cidadão ateniense, criador da democracia. Governou a cidade por cerca de trinta anos no cargo de estratego, sendo nesta altura que Atenas mais se notabilizou – o século V a.C. ficou mesmo conhecido por “o século de Péricles”.
- Instituições
da democracia ateniense:
- Para
o poder legislativo, havia a Bulé
a Eclésia;
- Para
o poder executivo, havia magistrados
– 10 estrategas e 10 arcontes;
- O
poder judicial estava entregue aos tribunais do Helieu e do
Areópago.
A Eclésia, composta por todos os
cidadãos, aprovava ou reprovava as leis; decidia da guerra e da paz;
votava o ostracismo e controlava os magistrados - reunia na colina de Pnix.
Limites da democracia ateniense
A
democracia ateniense apresentava algumas contradições e limitações:
- Só os cidadãos podiam participar no governo da cidade;
- Existência de escravos numa forma de governo que defendia a igualdade de direitos;
- Imperialismo exercido por Atenas através da Liga de Delos, em que esta exigia o pagamento de tributos e não respeitava os direitos das outras cidades;
- A existência da condenação ao ostracismo e à morte;
- Mulheres, metecos e escravos não tinham direitos políticos.
Apesar
de todas estas limitações a democracia ateniense foi um exemplo de participação
cívica, sendo um dos mais importantes legados que a civilização grega nos
deixou.
A cultura
O Teatro Grego
O Teatro também nasceu na
Grécia, onde as primeiras peças eram representadas em anfiteatros abertos. Cada
cidade tinha o seu, com capacidade para cerca de vinte mil pessoas - por aqui
se pode avaliar a importância que tinha para os Gregos.
O
teatro teve a sua origem no culto a Dioniso, deus do vinho, durante a
realização de festas em sua honra, na primavera. Somente os homens podiam
representar e tinham que usar máscaras
– que serviam quer para interpretar as personagens, quer para projetar as
vozes.
Tornou-se
uma das mais importantes manifestações cívicas, culturais e religiosas da
Grécia Antiga, a que todos assistiam – mesmo mulheres e metecos.
Existiam
dois géneros teatrais: a comédia e a tragédia.
Os principais autores de tragédias foram Ésquilo, Sófocles e Eurípides.
O maior autor de comédias gregas foi o
ateniense Aristófanes.
Os
Gregos valorizavam muito o teatro. Através do teatro desenvolvia-se o gosto
pela História, pela Literatura, pela mitologia – enfim, pelas coisas do
espírito.
A Filosofia
A filosofia
nasceu na Grécia Antiga, refletindo sobre a origem do Universo e da vida, sobre
as forças da Natureza.
Sócrates,
Platão e Aristóteles são considerados, ainda hoje, os grandes mestres da
Filosofia.
As ciências
Os Gregos contribuíram,
para o progresso cientìfico, desenvolvendo a astronomia, a Física, as Ciências
Naturais, tendo-se destacado:
- na Matemática – Pitágoras
- na Medicina – Hipócrates
- na História – Heródoto e Tucídides.
- Na literatura, destacaram-se Homero (autor da Ilíada e da Odisseia) e Hesíodo (autor de Os trabalhos e os dias e Teogonia).
- Na Oratória – arte de bem falar em público, tão necessária à atividade política – destacaram-se Péricles e Demóstenes
A educação dos cidadãos
Os
Gregos defendiam uma educação integral – intelectual, física e cívica,
preparando o cidadão para a política - o
seu lema era “mente sã em corpo são”.
A
educação do jovem ateniense começava aos sete anos – até essa idade eram
educados pela mãe, no gineceu (parte da casa destinada às mulheres). A partir
daqui, os rapazes iam à escola e as raparigas permaneciam em casa a aprender trabalhos
domésticos e música, até que os pais lhes escolhessem um marido.
Até
aos quinze anos, os rapazes aprendiam a ler, escrever, contar e músicas –
também praticavam ginástica. A partir dessa idade, aperfeiçoavam-se física e
intelectualmente, apendendo com os mestres até aos 18 anos – altura em que
cumpririam o serviço militar, para se poderem tornar cidadãos.
A
Religião grega
A religião fazia parte integrante da vida dos Gregos, uma vez que quase todas as atividades eram dedicadas aos deuses, tais como o teatro, os Jogos Olímpicos, concursos de poesia, etc..
Havia várias formas de culto:
- Culto doméstico - feito em casa, em pequenos altares;
- Culto cívico - aos deuses nos templos da cidade;
- Culto pan-helénico - em que participavam todos os gregos (por exemplo, os Jogos Olímpicos).
Os dois grandes santuários gregos - do culto pan-helénico - que atraíam peregrinos de
toda a Grécia, eram famosos pelo seu oráculo:
· Santuário de Zeus, em Olímpia
· Santuário de Apolo, em Delfos
No grande santuário de Zeus, em Olímpia, realizavam-se os Jogos Olímpicos, desde 776 a. C.. Durante sua realização havia uma trégua sagrada e
os
seus participantes -apenas gregos do séxo masculino - eram rspeitados como pessoas sagradas.
As principais provas olímpicas
eram nas modalidades de corrida, salto em comprimento, luta, pugilato, lançamento
do disco e do dardo (pentatlo), corridas de carros e de cavalos. O
pentatlo era a mais importante das provas.
Principais deuses gregos:
Zeus – deus dos deuses
-
Hera
– mulher de Zeus
- Afrodite
– deusa da beleza e do amor
- Hefesto
– deus do fogo
Apolo – deus do Sol e das artes
Dioniso
– deus do vinho e da alegria
Poseidon
– deus dos mares
Hermes
– mensageiros dos deuses e deus dos comerciantes
Ares
– deus da guerra
Hades
– deus dos infernos e dos mortos
Artemisa
– deusa da caça
Atena
– deusa da sabedoria
Deméter
– deusa das colheitas
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