domingo, 29 de janeiro de 2012

Resumo para o 3º teste

· Compreender as dificuldades que se começavam a verificar nos finais da década de 20;


Nos finais da década de 20, começou-se a verificar uma diminuição das vendas de automóveis e uma redução drástica dos preços dos produtos alimentares. Era o inicio de uma grave crise de superprodução.


· Conhecer a crise de superprodução e o crash da Bolsa de Nova Iorque; e Compreender o ciclo vicioso da crise;


No dia 24 de Outubro de 1929, deu-se o crash na Bolsa de Nova Iorque porque um bolsista pôs à venda milhões de ações e, assim, o preço das mesmas desceu vertiginosamente.


Isto levou a uma enorme crise económica, com a falência de muitas empresas, o que levou a uma enorme contracção do comércio. Assim aumentou o desemprego, diminuindo o poder de compra e por sua vez também diminuiu o consumo, o que levava a mais falências de empresas. Assim se instalou o ciclo vicioso da crise.


· Justificar a dimensão mundial da crise;


A crise alastrou-se a nível mundial devido:


- À crise financeira que levou os EUA a exigir a devolução dos empréstimos que tinham feito à Europa após a 1ª Guerra Mundial;


- À redução drástica das importações dos EUA que afetou a Europa, a América Latina, a África, a Ásia e a Oceânia.


· Justificar a necessidade de intervenção do Estado na economia;


Com a intervenção do Estado, a produção industrial podia ser controlada, para não gerar mais uma crise de superprodução. A outra intenção do Estado era relançar o consumo com aumento dos orçamentos familiares.


· Explicar a New Deal;


A New Deal consistia num investimento do Estado, como a construção de obras públicas (que geravam emprego) e desenvolver as medidas sociais com a criação do subsídio de desemprego, salários mínimos, etc. Por sua vez, isto traria um maior rendimento familiar, o que aumentaria o poder de compra. Por consequência, aumentava a produção industrial, o que gerava mais emprego. E assim, em poucos anos, a crise da década de 30 foi superada.


· Conhecer as tentativas de solucionar a crise na Europa;


Com a terrível crise nos anos 30, o povo acreditava que a democracia não conseguia solucionar a crise, sendo preciso regimes autoritários. Assim o fascismo ascendeu por toda a Europa, com excepção da França e da Inglaterra.


· Compreender o contexto em que se desenvolveu o apoio a regimes totalitários;


O apoio a regimes totalitários surgiu no contexto da crise das democracias, que teve 3 fatores fundamentais:


ü Grandes dificuldades económicas de reconstrução da Europa no pós-guerra;


ü Avanço dos movimentos de extrema-direita que prometiam estabilidade e segurança através de um governo forte;


ü Receio do avanço dos movimentos socialistas e comunistas por parte da burguesia que via o seu poder ameaçado com o aumento do sindicalismo e dos partidos de esquerda.


· Compreender a ascensão do fascismo;


O 1º país a conhecer um regime forte foi a Itália com um regime fascista liderado por Benito Mussolini. Os fatores responsáveis pelo fascismo em Itália foram os seguintes:


§ A desilusão do incumprimento das compensações territoriais estabelecidas no Tratado de Versalhes, o que levou a manifestações nacionalistas;


§ Grande descontentamento populacional, demonstrado por greves e tomada de fábricas;


§ Grandes dificuldades económicas do pós-guerra.


Em 1922, Mussolini, já com muitos apoiantes, organizou a “Marcha sobre Roma” com 50 mil camisas negras, e em Outubro desse mesmo ano, o Duce foi “convidado” a formar governo, iniciando-se, assim, o regime fascista em Itália.


· Conhecer os vários regimes totalitários;


Os vários regimes totalitários são:


o Comunismo (ex. Rússia – Estaline)


o Fascismo (ex. Itália – Mussolini, Espanha – Francis Franco e Portugal - Salazar)


o Nazismo (ex. Alemanha - Hitler)


· Conhecer a ascensão do fascismo em Itália;


Em 1924, após umas eleições viciadas, Mussolini sobe ao poder, instaurando um regime de partido único, protegido pela polícia política (OVRA) que censurava as oposições ao regime. Propagandeou o regime com paradas militares e criando a Juventude Fascista.


· Conhecer os princípios do fascismo;


Os princípios do fascismo são:


ß O totalitarismo – regime de partido único, onde os direitos dos cidadãos são submetidos aos direitos da nação;


ß O culto da personalidade – consiste em louvar o chefe acima de tudo;


ß O nacionalismo – resume-se a glorificar a nação pelo seu passado histórico e presente, levando a achar que a sua Nação era superior às outras;


ß Imperialismo – conquistas de outros países, com vista de civilizar os “povos inferiores”;


ß Militarismo – combate dos opositores do regime com a força das milícias armadas;


ß Corporativismo – associações conjuntas formadas por patrões e operários que vieram substituíram os sindicatos com a intenção de acabar com as greves;


ß Propaganda – elaboração de posters e paradas militares para demonstrar a organização e grandiosidade do regime.


· Compreender a chegada de Hitler ao poder;


Durante uma era marcada pelo descontentamento social, em 1921, Adolfo Hitler fundou o Partido Nacional-Socialista (abreviado de Partido Nazi). A popularidade deste cresceu imenso durante a crise de 1929, e, após 3 anos, tornou-se o partido mais poderoso. Em 30 de Janeiro de 1933, o Presidente da Republica, sob pressão, nomeou Hitler para primeiro ministro da Alemanha.


· Conhecer o totalitarismo Hitleriano;


Mal chegou ao poder, Hitler pôs em prática os princípios do nazismo que são iguais aos do fascismo distinguindo-se apenas pela crença no racismo (existência de uma raça superior). Hitler tinha todos os poderes nas suas mãos e ninguém, nem o próprio Deus, era superior a ele.


· Conhecer as medidas de consolidação do nazismo;


Após acumular os cargos de 1º ministro e Presidente da Republica (1934), Hitler pôs em prática medidas para a consolidação do nazismo, tais como:


* Instituição de um regime de partido único;


* Desenvolveu o corporativismo;


* Criou uma polícia política (GESTAPO);


* Fundou a juventude Hitleriana, com o objetivo de se auto-proclamar;


* Criou os campos de concentração para o extermínio dos judeus e outras “raças inferiores”;


* Desenvolveu uma economia auto-suficiente.


· Compreender a chegada de Salazar ao poder;


Após a instauração da ditadura Militar de 28 de Maio de 1926, António de Oliveira Salazar foi convidado para resolver a grave crise que o país atravessava. Salazar disse que aceitava com uma condição: controlar os orçamentos dos outros ministérios, o que lhe foi recusado. Em 1928, o Presidente Óscar Carmona, aceitou a condição imposta por Salazar, que se tornou Ministro das Finanças. Este resolveu a crise em poucos anos, tornando-se assim o “Salvador da Pátria”e, em 1932, chefe do Governo. Assim começou a era do Estado Novo.


· Saber os princípios do Estado Novo;


Os princípios do Estado Novo são:


Culto do chefe – louvar Salazar como um deus;


Proibição de partidos políticos;


Repressão à oposição através da polícia política (PIDE);


Criação da Mocidade Portuguesa;


Defesa dos valores tradicionais: “Deus, Pátria, Família”;


Nacionalismo: adoração da Pátria.


· Conhecer os princípios do corporativismo e do colonialismo salazarista;


O corporativismo salazarista consistia na associação de patrões e operariados de forma a evitar as greves e a submeter os interesses individuais.


Salazar defendia que as colónias eram muito importantes para o país porque:


o Defendiam a afirmação política de Portugal, uma vez que as colónias eram o seu império;


o Eram essenciais a nível económico porque as matérias-primas para a indústria eram mais baratas;


o Eram, também mercados, para onde eram escoadas as sobras da metrópole.


Em 1930, Salazar publicou o Acto Colonial, onde as colónias eram tidas como parte integrante da Nação portuguesa.


· Compreender as causas da 1ª Guerra Mundial;


As causas da 1ª Guerra Mundial foram:


* A concorrência económica: as potências industriais competiam entre si pelo domínio de áreas ricas em meterias primas e pela posse dos melhores mercados;


* Intensificação dos nacionalismos: elevação dos valores e do passado nacional e que provocava o ódio contra as potencias rivais;


* Reivindicações nacionalistas: a França exigiu que a Alemanha lhe devolvesse a Alsácia e a Lorena, a Polónia e a Finlândia queriam ser independentes e os vários países da península Balcânica pretendiam libertar-se da Áustria-Hungria e da Turquia.


O acontecimento que despoletou a guerra foi o assassinato do herdeiro austro-húngaro, Francisco Fernando, por um estudante nacionalista sérvio. Este ato permitiu o desencadear as alianças e, assim, começou a 1ª Guerra Mundial.


· Saber como acabou a guerra – (tratado de Versalhes);


O Armistício da 1ª Guerra Mundial deu-se em 1918 e, um ano depois, foi assinado o Tratado de Versalhes, onde ficou estabelecido que a Alemanha:


ü Teve de se assumir a principal culpada da Guerra;


ü Teve de restituir Alsácia-Lorena à França;


ü Entregar os territórios à Polónia, à Dinamarca, e à Bélgica;


ü Perdeu todas as suas colónias;


ü Foi desmilitarizada, passando e ter apenas uma pequeno exercito defensivo;


ü Teve de pagar pesadas indemnizações aos países vencedores.


· Compreender a implantação da República e os seus antecedentes;


Desde finais do séc. XIX que o país atravessava uma grave crise económica, o que por si já causava descontentamento social. Em 1890 um acontecimento proporcionou ainda mais o descrédito da monarquia, o Ultimato Inglês.


Em 1907, a situação da republicada estava ainda mais frágil por causa da ditadura de João Franco e em 1908, deu-se o acontecimento fundamental para a implantação da República, o Regicídio.


A revolução republicana deu-se em Lisboa no dia 5 de Outubro de 1910.


· Conhecer as mudanças que se verificaram na moral e nos costumes a partir da década de 20.


Após as transformações económicas e sociais consequentes da 1ª Guerra Mundial provocaram profundas mudanças nos valores sociais e morais nos países industrializados. As pessoas deixam os costumes da família burgueses e começam a sair à noite, a viver mais com prazer e lazer. Estes anos intitulam-se de “loucos anos 20”.


· Saber:


Tríplice Aliança (1882): Alemanha, Áustria-Hungria e Itália.


Tríplice Entente (1904/1907): a França, a Inglaterra e mais tarde a Rússia.


terça-feira, 18 de outubro de 2011

· Compreender o imperialismo e o colonialismo de finais do séc. XIX;


Nos finais do séc. XIX, a Europa detinha a hegemonia porque possuía os principais mercados do mundo e tinha muitas colónias ao longo do mundo (influencia económico-financeira), criava as maiores invenções e fazia mais descobertas (influencia técnico-científica e cultural).


· Justificar a necessidade de corrida às áreas de influência;


Na 2ª metade do séc. XIX, registou-se uma rivalidade entre os países da Europa e por isso registou-se uma corrida às áreas de influência. Os interesses eram:


o Económicos – necessidade de matérias-primas e novos mercados;


o Políticos e estratégicos – pela afirmação e prestigio político e militar;


o Ideológicos e culturais – a Europa devia colonizar o povo africano, pois acreditava na superioridade da sua civilização (racismo).


· Justificar a necessidade de realização da Conferência de Berlim e conhecer as suas conclusões;


A Conferência de Berlim (1884-1885) foi realizada com o objectivo de acabar com as rivalidades entre os países europeus sobre as colónias africanas. Assim todos se reuniram e dividiram África “a régua e a esquadro” e decidiram que o principio de ocupação efectiva – só os países que tivessem meios humanos e económicos para explorar e ocupar o território é que tinham direito a ter colónias – se sobreponha ao direito histórico. Portugal saiu a perder e a Inglaterra a ganhar.


· Relacionar o mapa Cor-de-rosa e o Ultimato Inglês de 1890;


Portugal apresentou na Conferência de Berlim um mapa que tinha desenhado, a cor-de-rosa, os territórios que pretendia colonizar (Angola, Moçambique e o território no meio de ambos). No entanto, esse desejo ia contra os interesses dos ingleses que nos mandaram de imediato um Ultimato que ameaçava o corte de relações diplomáticas com Portugal (guerra), se este não desistisse dos territórios que pretendia. O rei de Portugal cedeu imediatamente devido à força da Inglaterra.


· Conhecer as rivalidades económicas e os nacionalismos europeus em vésperas da guerra;


Em vésperas de guerra, as grandes potências industrializadas (França, Alemanha e Inglaterra) lutavam entre si para terem mais matérias-primas e melhores mercados. Haviam também países que defendiam que tinham uma raça/nacionalidade superior (pangermanismo e pan-eslavismo).


· Justificar a existência de uma “paz armada”;


Na Europa vivia-se um clima de “paz armada” porque:


o os países industrializados competiam entre si;


o alguns países defendiam a superioridade das suas raças;


o a França exigia à Alemanha que lhe devolvesse Alsácia Lorena;


o vários países queriam tornar-se autónomos e/ou alargar as suas fronteiras.


· Compreender a fragilidade da política de alianças deste período;


As permanentes rivalidades levaram a uma corrida aos armamentos. Esta “paz armada” originou uma formação de alianças:


β Tríplice Aliança (1882) – Alemanha, Áustria-Hungria e Itália;


β Tríplice Entente (1907) – França, Inglaterra e Rússia.


Qualquer acontecimento desencadearia o sistema de alianças e provocaria uma guerra.


· Conhecer as causas imediatas do conflito;


O início do conflito veio acontecer numa zona muito problemática, a península balcânica, onde o herdeiro austro-húngaro (Francisco Fernando) foi assassinado por um estudante nacionalista sérvio, na Bósnia, em Sarajevo no dia 28 de Junho de 1914. O imperador austro-húngaro, descontente com a morte do seu herdeiro, foi pedir à Sérvia que penaliza-se o culpado, mas a Sérvia não fez nada e, com isto, a Áustria-Hungria declarou guerra à Sérvia que foi protegida da sua aliada natural, a Rússia. O sistema de alianças ativou-se e assim começou a 1º Guerra Mundial.


· Conhecer os armamentos e estratégias militares da 1ª Guerra Mundial;


Na guerra foram utilizados:


Ø Novos tipos de armas e de transportes, como aviões e submarinos; tanques e veículos automóveis para transportar tropas e abastecimentos; canhões de longo alcance e metralhadoras; gases asfixiantes e novos explosivos.


Ø Novos avanços técnicos para comunicar entre zonas muito distantes – telefone e telegrafo;


Ø Mobilização militar total;


Ø Estratégias militares que variavam entre a deslocação rápida dos exército (guerra dos movimentos) e um complexo sistema de grandes fortificações escavadas no solo (trincheiras);


Ø Desenvolvimento de economias de guerra.


· Conhecer as fases da guerra;


1º fase: Guerra de Movimentos (1914/1915) – esta fase foi favorável aos alemães que aproveitaram o factor surpresa e desenvolveram uma “guerra relâmpago”;


2ª fase: Guerra das Trincheiras (1915/1917) – estabeleceram-se posições, fizeram-se trincheiras para que cada nação pudesse defender as suas posições;


3ª fase: Guerra de Movimentos (1917/1918) – esta fase fica marcada pela saída da Rússia (1917) e pela entrada dos EUA no conflito (1917) pelos Aliados.


Com estas mudanças de nações, a guerra acaba com o triunfo dos Aliados (Triplíce Entente), e o armistício ocorre no dia 11 de Novembro de 1918.


· Compreender as deliberações do Tratado de Versalhes;


O Tratado de Versalhes foi assinado em Junho de 1919 e ficou decidido que a Alemanha:


§ tinha de se declarar a principal culpada da guerra;


§ Ficou desmilitarizada, com apenas um pequeno exército defensivo;


§ Tinha de restituir à França a Alsácia-Lorena;


§ Tinha de pagar pesadas indemnizações aos vencedores;


§ Tinha de devolver territórios à Polónia, à Dinamarca e à Bélgica;


§ Perdia todas as suas colónias.


· Conhecer o novo mapa político da Europa;


Durante as Vária conferências de paz por toda a Europa, ficou decidido que os impérios austro-húngaro, alemão, turco e russo seriam desmembrados; a Checoslováquia, a Polónia, a Jugoslávia, a Hungria, a Finlândia, a Lituânia, a Estónia e a Letónia seriam independentes


· Justificar a criação da Sociedade das Nações;


A Sociedade das Nações foi um organismo internacional, criado em 1919, e tinha como objectivo garantir a paz e a segurança entre as nações.


Principais princípios:


ü Respeitar a integridade territorial e a independência política de cada país;


ü Desenvolver a cooperação económica, social e cultural entre as nações;


ü Organizar o desarmamento geral, começando pela Alemanha.


· Conhecer as transformações económicas do pós-guerra;


Enormes baixas dos níveis de produção industrial e agrícola;


Perda de mercados internacionais para os EUA e para o Japão;


Desvalorização das moedas europeias em relação ao Dólar;


Aumento da inflação;


Endividamento em relação que se tornaram os grandes credores da europa.


· Compreender o modelo americano de produção em massa.


Com o pós-guerra, os EUA tornaram-se na 1ª potência económica mundial. Desenvolveram a industria da guerra e actividades ligadas à mesma (extracção mineira, produção de aço e a construção naval) e outras industrias como a industria química, metalúrgica e automóvel. Foram introduzidos novos métodos de produção e organização do trabalho, como o taylorismo – sistema de racionalização do trabalho em que cada operário desempenha uma única tarefa, originando assim o trabalho em cadeia; e como o fordismo – utilização do taylorismo, pondo em prática a produção em massa; e a estandardização – uniformização de modelos.


· Coisas importantes:


o Viagens de exploração:


§ 1854/1856 _ Livingstone;


§ 1871 _ Stanley;


§ 1877/1879 _ Serpa Pinto;


§ 1884 _ Hermenegildo Capelo e Roberto Ivens.


o Frentes da Guerra:


§ Frente ocidental – do mar Norte à fronteira norte da Suíça e desta ao mar Adriático;


§ Frente leste – do mar Báltico ao mar Negro;


§ Frente Balcânica – do mar Adriático à Turquia


terça-feira, 14 de junho de 2011

Objectivos para o 6º teste



  1. Compreender a hegemonia inglesa na industrialização;


  2. Conhecer as novas potências industrializadas;


  3. Compreender a Revolução dos Transportes;


  4. Conhecer as vantagens resultantes do desenvilvimento dos transportes;


  5. Conhecer a formação dos mercados nacionais e internacionais;


  6. Compreender a 2ª Revolução Industrial;


  7. Conhecer os novo inventos;


  8. Conhecer as modificações do quotidiano;


  9. Conhecer o liberalismo ecónomico e a afirmação do capitalismo;


  10. Compreender a Revolução Demográfica;


  11. Justificar a emigração;


  12. Compreender a miséria e as miséria e as más condições de vida do operario urbano;


  13. Conhecer o género de vida citadino e as duras condições de vida do operariado.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Resumo para o 5º teste

• Conhecer as colónias que a Inglaterra possuía na América do Norte
Nos finais do séc. XVIII, as 13 colónias da Inglaterra, situadas na América do Norte, todas independentes umas das outras. Porém tinham coisas em comum: falavam inglês, eram protestantes e desejavam maior liberdade e independência face à Coroa Britânica.
• Conhecer as causas do descontentamento destes colonos em relação à sua metrópole
Os americanos revoltaram-se contra a sua metrópole porque esta tinha subido os impostos sobre o chá, sobre o açúcar e sobre o papel selado, e porque não lhes dava permissão para se alargarem para oeste. Assim, lutaram pela independência (com a ajuda da França) e em 1783 a Inglaterra reconheceu a independência das colónias através do Tratado de Versalhes.
• Compreender os motivos que levaram à independência destas colónias
Os motivos que levaram à independência destas colónias eram representados por revolucionários das colónias que alegavam que todos os Homens são iguais e dotados de certos direitos, como a liberdade e a procura da felicidade.
• Compreender o duplo sentido da Revolução Americano
A independência dos E.U.A. teve dois significados a nível mundial:
β A comprovação de que as ideias iluministas podiam ser utilizadas – quando os franceses ajudaram os americanos levaram as ideias iluministas e toda a constituição americana segue essas ideias;
β Os E.U.A. foram a 1ª colónia a conseguir a liberdade da sua grande e poderosa metrópole, o que desencadeou a liberdade de todas as outras colónias da América.

• Relaciona as ideias iluministas com a Constituição Americana
Em 1787 as colónias aprovaram uma constituição que tinha como bases os princípios iluministas, como: liberdades e direitos do cidadão, separação de poderes, soberania da nação e a República e um sistema da Estado Federal (cada Estado Federado conservava a sua autonomia e um governo central que ficava responsável pela defesa, finanças e política externa).
• Conhecer a profunda desigualdade social que se verificava em França em vésperas da revolução
No séc. XVIII a França vivia sob uma monarquia absoluta e tinha uma sociedade de ordens típica do Antigo Regime:
√ Clero e Nobreza – que eram uma minoria da população (cerca de 2%) mas que detinham grandes privilégios como não pagar impostos, seres julgados em tribunais próprios com regras diferentes e possuíam 40% das propriedades;
√ Terceiro Estado – constituído pelo povo e pela Burguesia (cerca de 98% da população) que sustentavam os outros 2 grupos sociais e os luxos da corte com pesadíssimos impostos e obrigações feudais.
O descontentamento social agravou-se ainda mais com uma crise económica e financeira devido a vários factores:
√ Maus anos agrícolas – aumento do preço dos cereais e fome alastrada;
√ Concorrência dos produtos ingleses – diminuição das exportações;
√ Défice financeiro – o estado não dispunha de dinheiro para guerras, pensões e luxos exagerados da corte.

• Compreender a convocação dos Estados Gerais
Perante a crise, o rei consultou os seus ministros que lhe disseram que a única maneira de solucionar a crise e o descontentamento social era retirar alguns impostos sobre o terceiro estado e começar a cobrar impostos à nobreza e ao clero. O rei Luís XVI convocou os Estados Gerais (uma votação por ordens que o rei consultava quando tinha dúvidas) e propôs-lhes a opinião dos seus ministros que foi chumbada. O Terceiro Estado, revoltado, pediu para a votação ser individual e não por ordens sociais, o que lhe foi recusado. Então o Terceiro Estado decidiu reunir-se à parte e decidiu começar uma revolução.

• Conhecer as várias fases da Revolução Francesa
As várias fases da Revolução Francesa foram: a monarquia constitucional, a república e o período napoleónico.

• Conhecer o carácter universalista desta revolução
A revolução francesa representou um marco na História da Humanidade que representa o fim da época Moderna e o início da época Contemporânea. A Revolução fez triunfar ideais como: a liberdade, a igualdade e a soberania da nação. Serviu de exemplo para outras nações influenciando as Revoluções Liberais na Europa e movimentos de independência na América.

• Conhecer as causas da Revolução Liberal Portuguesa
No início do séc. XIX, Portugal atravessava uma complicada situação política e económica devido a:
√ Invasões francesas em 1807, 1809 e 1810 por Portugal não ter aderido ao Bloqueio Continental;
√ Fuga da família real para o Brasil para escapar aos franceses;
√ Portugal passou a ser governado por ingleses _ Marechal Beresford _ que nos tinham ajudado a expulsar os franceses;
√ Perda da exclusividade do comércio com o Brasil e tratados económicos celebrados que prejudicavam os comerciantes portugueses;
√ Ruína da agricultura, do comércio e da indústria;
√ Ocupação dos principais cargos de chefia por ingleses;
√ Portugal passou a ser uma colónia do Brasil.

• Compreender as 1ª medidas tomadas após a revolução
As 1ª medidas tomadas após a revolução foram preparar a população para eleger os deputados das cortes constituintes e obrigar o rei a regressar do Brasil.

• Conhecer a acção das Cortes Constituintes
As cortes constituintes reunidas em 1821 decidiram:
√ Nacionalizar os bens da coroa;
√ O regresso da corte do Brasil;
√ Abolir a Inquisição;
√ Acabar com os direitos senhoriais;
√ Decretar a liberdade da Imprensa.
Em 1822, as Cortes Constituintes aprovaram a 1ª Constituição Portuguesa e instaurava a Monarquia Constitucional.

• Relacionar a acção das Cortes Constituintes com a independência do Brasil
Com o regresso de D. João VI a Portugal, o Brasil perdeu muitos privilégios. As cortes constituintes exigiram também o regresso do seu filho, D. Pedro IV, que ficara como regente. Ao ter conhecimento das exigências, D. Pedro IV declara o Brasil independente e torna-se imperador do Brasil.
• Conhecer o clima de desordem política e de guerra civil que se seguiu à revolução
Depois da revolução, surgiu uma guerra civil entre absolutistas e liberais e com bastantes revoltas como: a Revolução de Setembro, a Costa Cabral e a Patuleia (revoltas populares).
• Compreender a implantação definitiva do liberalismo em Portugal
A guerra civil entre absolutistas e liberais começa em 1832, quando D. Miguel e o seu exército ocupam a cidade do Porto. Em 1833, restauraram a Monarquia Constitucional e em 1834, a paz foi assinada na Convenção de Évora Monte e desta maneira o liberalismo foi implantado definitivamente em Portugal.
• Conhecer as reformas de Mouzinho da Silveira
Para abolir as estruturas do Absolutismo, Mouzinho da Silveira criou as seguintes medidas:
¶ Extinção de morgadios (património familiar que por herança passava apenas para o filho mais velho);
¶ Abolição do pagamento da dízima ao clero e da sisa;
¶ Divisão do território português em províncias, comarca e conselhos;
¶ Abolição dos forais e dos bens da coroa;
¶ Modernização da administração pública e da justiça;
¶ Extinção de monopólios na indústria e no comércio e a abolição de impostos sobre a circulação interna de mercadorias, o que provocou liberalização da actividade económica.
• Compreender a hegemonia inglesa no processo de industrialização
A Grã-Bretanha iniciou a revolução industrial, o que lhe permitiu ser a maior potência mundial até finais do séc. XIX.
Dominava o comércio mundial, exportando para todo o mundo e dominando as exportações de tecidos de algodão e de lã, de ferro, maquinas, carris, locomotivas, navios e tinha capital para construção de pontes, estradas e vias-férreas. Desenvolveu, também, os meios de transporte.
• Conhecer as novas potências industrializadas
As novas potências industrializadas foram: a França, a Alemanha e o Japão. Mais tarde a Itália e a Rússia iniciam a sua industrialização.
• Datas importantes
1783 – Independência das colónias da Inglaterra na América.
1787 – Constituição americana.
14 de Julho de 1789 – Tomada da Bastilha
1806 – Bloqueio Continental
1807, 1809 e 1810 – 1ª, 2ª e 3ª vaga de invasões
1815 – Batalha de Waterloo; derrota de Napoleão
24 de Agosto de 1820 – Início da revolução liberal
1822 – 1ª Constituição portuguesa; independência do Brasil
1832 – Início da guerra civil
1834 – Implantação definitiva do liberalismo.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Objectivos para o 3.º teste

1.    Compreender os factores da decadência do Império Português do Oriente (pág. 58);
2.    Conhecer a crise dinástica por que Portugal passou com a morte do rei D. Sebastião (pág. 58);
3.    Identifica os candidatos ao trono (pág. 58);
4.    Compreender a aclamação de Filipe II de Espanha como rei de Portugal e as suas promessas nas cortes de Tomar (pág. 58);
5.    Compreender a doutrina do Mare Liberum (pág. 60);
6.    Identificar os novos impérios coloniais que se afirmaram nesta altura (pág. 60);
7.    Conhecer a importância do comércio colonial e a crise por que passou na segunda metade do século XVII (pág. 62);
8.    Compreender a Restauração da Independência nacional em 1640 (pág. 62);
9.    Conhecer a prática desumana do tráfico de escravos (pág. 62);
10.     Conhecer o comércio triangular (pág. 62);
11.     Compreender a importância da agricultura e do comércio colonial durante o antigo Regime (pág. 70);
12.     Localizar no tempo e no espaço o antigo Regime (pág. 70);
13.     Conhecer o Mercantilismo (pág. 70);
14.     Conhecer a sociedade de ordens (pág. 72);
15.     Compreender o absolutismo régio (pág. 74);
16.     Conhecer a política despótica do Marquês de Pombal (pág. 82);
17.     Conhecer as novas instituições criados pelo Marquês (pág. 82);
18.     Compreender a falência das medidas mercantilistas do conde da Ericeira relacionadas com o Tratado de Methuen (pág. 84);
19.     Compreender o mercantilismo pombalino (pág. 86);
20.     Conhecer o papel do Marquês na reconstrução da capital (pág. 86);
21.     Conhecer a arte e mentalidade barrocas (pág. 92);